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Fraudes Bancárias
maio 14th, 2008 by blog
Estamos vivendo em uma época cercada de fraudes de diversas origens e formas. Uma das fraudes mais comuns atualmente na Internet é a prática conhecida como Phishing Scam, que consiste basicamente no envio de e-mails fraudulentos, onde o autor, através de Engenharia Social, convence o usuário a baixar e executar um programa malicioso.
A Fraude
O usuário recebe um e-mail fingindo tratar-se de uma notificação de dívida, uma irregularidade em seu CPF, um álbum de fotos de uma pessoa conhecida, cartões virtuais da pessoa amada, etc. Conforme os temas vão sendo abordados na web e ficando conhecidos, os autores criam novos temas com outros apelos, utilizando, por exemplo, a curiosidade do usuárioMuitas vezes o e-mail finge ser uma mensagem autêntica, proveniente de uma grande empresa, trazendo uma boa formatação, logotipos e outras características de cada empresa. Em outras ocasiões, é apenas um assunto curioso que leva a vítima a efetuar o download e executar o arquivo. Quase sempre estes arquivos ficam hospedados em servidores gratuitos ou comprometidos fora do Brasil, o que dificulta o rastreamento ou mesmo a remoção do arquivo para diminuir o número de pessoas infectadas.O arquivo nem sempre é barrado por um antivírus, o que aumenta o poder do golpe. Como são feitas inúmeras versões dos programas, existe uma demora para que eles sejam reconhecidos pelos antivírus. Esse tempo é explorado pelos fraudadores.Depois que o usuário executa o trojan, nada acontece. Em alguns casos ocorre uma mensagem de erro, obviamente falsa, apenas para que o usuário pense que o programa não funcionou e não suspeitar da verdadeira origem do software executado. Agora este trojan vai ficar monitorando o acesso aos sites da Internet e irá “acordar” quando o usuário estiver acessando a sua conta bancária.Como os bancos constantemente estão aumentando a segurança em seus sites, os trojans têm que se adaptar à essa situação. No passado, a técnica utilizada para adquirir os dados de correntistas era baseada na gravação das teclas digitadas e posterior envio por e-mail.
Aumenta o número de fraudes bancárias
O número fraudes bancárias e eletrônicas cresceu vertiginosamente em todo o Brasil no segundo trimestre deste ano. De acordo com dados do Grupo de Resposta a Incidentes para a Internet Brasileira, mantido pelo Comitê Gestor da Internet, o crescimento foi de 259% em relação ao trimestre anterior, passando de 2.213 para 7.942 notificações de fraudes. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o aumento chegou a 1313%. Esta realidade força os bancos e operadoras de cartões de crédito a investirem cada vez mais em novos softwares e mecanismos que garantam a segurança dos clientes.
Brasil já é o terceiro país em fraudes bancárias As fraudes bancárias andam trazendo dor de cabeça aos brasileiros.
O país já é terceiro em número de fraudes, revela uma pesquisa da Unisys que ouviu 8.339 pessoas em oito países. No Brasil, 9% dos clientes de bancos já sofreram os chamados ” roubo de identidade ” - fraudadores roubam dados bancários dos clientes (na Internet, em caixas eletrônicos ou via clonagem de cartões) e realizam saques, pagamentos e transferências entre contas-correntes. O Brasil perde apenas para Estados Unidos e Reino Unido em fraudes.
Edição: Luana Cardoso
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Pirataria
maio 13th, 2008 by blog
O desenvolvimento de novos aplicativos de envio, compartilhamento e difusão de arquivos eletrônicos tornaram-se excelentes instrumentos de “produção em massa” de itens falsificados. O empreendimento de falsificação/cópia não-autorizada é de fácil início, baixo custo de produção e de rápido retorno financeiro. Basta um computador com acesso à Internet, um gravador de CD, um software de gravação e um software de compartilhamento de dados para iniciar um negócio. Com a velocidade atual das tecnologias citadas, torna-se possível copiar qualquer mídia (filme, videogame, música, etc) lançada no mundo em poucas horas. Não é difícil de encontrar um produto indevidamente copiado, seja na Internet (buscando em um website de busca ou com um software peer-to-peer) O impacto da pirataria na economia é enorme, os prejuízos são astronômicos para os cofres públicos (sonegação fiscal) e ainda maiores para o mercado (pois este fica enfraquecido ao ser incapaz de competir com os preços dos produtos piratas). O Decreto Presidencial nº 5.244/2004 criou o Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual. Vinculado ao Ministério da Justiça, este órgão colegiado consultivo tem por finalidade elaborar as diretrizes para a formulação e proposição de plano nacional para o combate à pirataria, à sonegação fiscal dela decorrente e aos delitos contra a propriedade intelectual. Em poucas palavras, a Internet representa um grande salto em termos de logística para infringir direitos autorais, possibilitando assim que qualquer pessoa o faça para uso pessoal ou comercial.
Infelizmente o problema é ainda maior do que as soluções apresentadas, devido à quantidade de cópias não-autorizadas que são lançadas no mercado.
Edição: Alessandra Souza
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Vírus de computador
maio 13th, 2008 by dansomc
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Introdução
Os vírus representam um dos maiores problemas para usuários de computador. Consistem em pequenos programas criados para causar algum dano ao computador infectado, seja apagando dados, seja capturando informações, seja alterando o funcionamento normal da máquina. Os usuários dos sistemas operacionais Windows são vítimas quase que exclusivas de vírus, já que os sistemas da Microsoft são largamente usados no mundo todo. Existem vírus para sistemas operacionais Mac e os baseados em Unix, mas estes são extremamente raros e costumam ser bastante limitados. Esses “programas maliciosos” receberam o nome vírus porque possuem a característica de se multiplicar facilmente, assim como ocorre com os vírus reais, ou seja, os vírus biológicos. Eles se disseminam ou agem por meio de falhas ou limitações de determinados programas, se espalhando como em uma infecção. Um exemplo disso, são os vírus que se espalham através da lista de contatos do cliente de e-mail do usuário.
Como os vírus agem
Os primeiros vírus foram criados através de linguagens como Assembly e C. Nos dias de hoje, os vírus podem ser criados de maneira muito mais simples, podendo, inclusive, serem desenvolvidos através de scripts e de funções de macro de determinados programas.
Para contaminarem os computadores, os vírus antigamente usavam disquetes ou arquivos infectados. Hoje, os vírus podem atingir em poucos minutos milhares de computadores em todo mundo. Isso tudo graças à Internet. O método de propagação mais comum é o uso de e-mails, onde o vírus usa um texto que tenta convencer o internauta a clicar no arquivo em anexo. É nesse anexo que se encontra o vírus.
Após ter contaminado o computador, o vírus passa então a executar suas tarefas, que podem ser dos mais diversos tipos, desde a simples execução de um programa até a destruição total do sistema operacional. A maioria dos vírus tem como primeira atividade a tentativa de propagação para outros computadores.
Mitos
É importante desmentir alguns mitos: eventos que não executam o programa que contém o vírus “colado” não irão acioná-lo. Assim, se um programa contaminado for salvo em um HD ou disquete , isso não vai acionar o ataque do vírus. Por isso, se o evento que ativa o vírus não for acionado nunca pelo usuário, o vírus ficará “adormecido” até o dia em que o programa for executado.
Outra coisa que deve ser desmentida é a crença de que os vírus podem danificar o hardware do computador. Os vírus são softwares e portanto não há como eles queimarem ou quebrarem dispositivos do computador. De certo, existem vírus que apagam o BIOS da placa-mãe, deixando-a sem capacidade para ser usada, dando a impressão de que foi quebrada. No entanto, com equipamentos usado em laboratórios ou com softwares especiais, é possível recuperar o BIOS e aí se constatará que a placa-mãe está com seus componentes de hardware como estavam antes do ataque. Os BIOS atuais estão melhor protegidos deste perigo e são mais facilmente recuperáveis em casos de problemas.
Outros tipos de pragas
Existe uma variedade de programas maliciosos, aqui, no InfoWester, chamadas de “pragas digitais”, que não são exatamente vírus. A definição do que a praga é ou não é depende de suas ações e formas de contaminação. Mesmo havendo essa distinção, é comum dar o nome de vírus para generalizar todos os tipos de pragas. Os outros tipos mais comuns são vistos a seguir:
Cavalo-de-tróia
Cavalos-de-tróia (trojans) são um tipo de praga digital que, basicamente, permitem acesso remoto ao computador após a infecção. Os cavalos-de-tróia podem ter outras funcionalidades, como captura de dados do usuário e execução de instruções presentes em scripts. Entre tais instruções, podem haver ordens para apagar arquivos, destruir aplicativos, entre outros.
Worm
Os worms (vermes) podem ser interpretados como um tipo de vírus mais inteligente que os demais. A principal diferença entre eles está na forma de propagação: os worms podem se propagar rapidamente para outros computadores, seja pela Internet, seja por meio de uma rede local. Geralmente, a contaminação ocorre de maneira discreta e o usuário só nota o problema quando o computador apresenta alguma anormalidade. O que faz destes vírus inteligentesé a gama de possibilidades de propagação.
Spywares, keyloggers e hijackers
Apesar de não serem necessariamente vírus, estes três nomes também representam perigo. Spywares são programas que ficam “espionando” as atividades dos internautas ou capturam informações sobre eles. Para contaminar um computador, os spywares podem vir embutidos em softwares desconhecidos ou serem baixados automaticamente quando o internauta visita sites de conteúdo duvidoso.
Os keyloggers são pequenos aplicativos que podem vir embutidos em vírus, spywares ou softwares suspeitos, destinados a capturar tudo o que é digitado no teclado. O objetivo principal, nestes casos, é capturar senhas.
Hijackers são programas ou scripts que “sequestram” navegadores de Internet, principalmente o Internet Explorer. Quando isso ocorre, o hijacker altera a página inicial do browser e impede o usuário de mudá-la, exibe propagandas em pop-ups ou janelas novas, instala barras de ferramentas no navegador e podem impedir acesso a determinados sites (como sites de software antivírus, por exemplo).
Os spywares e os keyloggers podem ser identificados por programas anti-spywares. Porém, algumas destas pragas são tão perigosas que alguns antivírus podem ser preparados para identificá-las, como se fossem vírus.
Antivírus
Existe uma variedade enorme de softwares antivírus no mercado. Independente de qual você usa, mantenha-o sempre atualizado.
Norton AntiVirus - Symantec
McAfee - McAfee
AVG - Grisoft -
Panda Antivirus -
FONTE: INFO WESTER
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Como proteger seus filhos na Internet
maio 9th, 2008 by blog


1 Mantenha o computador em uma área comum da casa. Não deixe no quarto da criança usuária da Internet por ser diferente de um móvel ou de um livro.
2 Acompanhe a criança quando utilizar computadores de bibliotecas.
3 Navegue algum tempo com a criança internauta. Da mesma forma que você ensina sobre o mundo real, guie-o no mundo virtual.
4 Aprenda sobre os serviços utilizados pela criança, observe suas atividades na Internet. Caso encontrem algum material ofensivo, explique o porquê da ofensa e o que pretende fazer sobre o fato.
5 Denuncie qualquer atividade suspeita. Encoraje a criança a relatar atividades suspeitas, ou material indevido recebido.
6 Caso suspeite que alguém on-line está fazendo algo ilegal, denuncie-o às autoridades policiais ou ao site www.censura.com.br.
7 Estabeleça regras razoáveis para a criança. Discuta com ela as regras de uso da Internet, coloque-as junto ao computador e observe se são seguidas. As regras devem, por exemplo, estabelecer limites sobre o tempo gasto na Internet.
8 Se necessário, opte por programas que filtram e bloqueiam sites. Encontre um que se ajuste às regras previamente estabelecidas.
9 Monitore sua conta telefônica e o extrato de cartão de crédito. Para acessar sites adultos, o internauta precisa de um número do cartão de crédito e um modem pode ser usado para discar outros números, além do provedor de acesso à Internet.
10 Instrua a criança a nunca divulgar dados pessoais na Internet, por exemplo, nome, endereço, telefone, escola e o e-mail em locais públicos, como salas de bate-papo. É a versão moderna do “nunca fale com estranhos”. Recomende que a criança utilize apelidos, prática comum na Internet e uma maneira de proteger informações pessoais.
11 Conheça os amigos virtuais da criança. É possível estabelecer relações humanas benéficas e duradouras na Internet. Contudo, há muitas pessoas com más intenções, que tentarão levar vantagem sobre a criança.
12 Cuide para que a criança não marque encontros com pessoas conhecidas através da Internet, sem sua permissão. Caso permita o encontro, marque em local público e acompanhe a criança.
13 Aprenda mais sobre a Internet. Peça para a criança ensinar a você o que sabe e navegue de vez em quando.
Fonte: http://www.censura.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=5&Itemid=30
Edição: Naiara Rodrigues
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Pedofilia erótica
maio 9th, 2008 by blog

“A criança é o princípio sem fim. O fim da criança é o princípio do fim. Quando uma sociedade deixa matar as crianças é porque começou seu suicídio como sociedade.
Quando não as ama é porque deixou de se reconhecer como
humanidade”.
(Betinho)
Tendo como principal meio de divulgação a Internet, a pedofilia movimenta milhões de dólares por ano e expõe milhares de crianças indefesas a abusos que nem mesmo adultos suportariam…
Tenho que explicar que o termo pedófilo significa “amigo da criança” Se a conotação é sexual, o correto é usar pedofilia erótica, ou pedossexualidade. As pessoas fazem confusão com isso, (até eu mesma fazia antes de pesquisar) e o termo pedofilia ficou na prática erradamente.
Qual a sua opinião?? O que você faria se soubesse que uma criança de sua sua família está sendo molestada sexualmente por um adulto? Já pensou, se isso acontecesse nesse exato momento com seu filho?? A vítima pode até não ser a sua criança, mas a da sua amiga, a do vizinho, de qualquer um! Ninguém está livre destes monstros, que sentem prazer com o olhar de pavor de uma criança, e tem coragem de praticar atos tão, tão nojentos, tão baixos, tão COVARDES!
Tento me colocar no lugar de uma mãe, que tenha seu filho molestado sexualmente por uma criatura dessas…
Sinceramente, não sei o que faria, a primeira coisa que vem em minha mente é matarr esse sujeito!
Alguns especialistas acreditam que a atração sexual por crianças é um tipo de orientação sexual. Orientação sexual?? Me poupe! Orientação sexual é caracterizado por atração sexual, com indivíduos do sexo oposto, ou do mesmo sexo, ou de ambos os sexos. Mas por crianças?? Isso é nojento, é covarde.
Edição: Naiara Rodrigues
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