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Hackers: entre a ideologia libertária e o crime
junho 18th, 2008 by blog
A imagem produzida no senso-comum para a figura do hacker é a do jovem que passa o dia inteiro na frente de um computador, conhecedor dos segredos da informática e dos caminhos nas conexões via Internet. Essa visão não está longe da realidade. No entanto, a definição maior do termo surge do efeito que essas atividades podem gerar. O conhecimento das ferramentas que acionam e regem sistemas e programas pode ser usado para democratizar informações ou para atos criminosos. As atividades possíveis através do domínio da ciência da computação vão desde pequenas invasões em páginas da Internet, sem maiores conseqüências, até desvio de grandes quantias de dinheiro em contas bancárias. Por outro lado, o domínio da máquina pode promover a divulgação do conhecimento, que não interessa a grupos econômicos e governos ditatoriais.
Há muita controvérsia em relação à palavra hacker. Na sua origem, nos anos 60, era usada para designar as pessoas que se interessavam em programar computadores. Passados mais de quarenta anos, após o surgimento do computador pessoal e da Internet, o sentido da palavra hacker mudou e hoje ela é usada nos noticiários para definir invasores de sistemas alheios e até autores de crimes eletrônicos, para desespero dos hackers originais. Os hackers da velha guarda defendem a categoria e um código de ética. Outros, que também intitulam-se hackers, promovem invasões, a disseminação de vírus por computador e gostam de divulgar seus codinomes.
Há até a tentativa de classificar os hackers como pessoas que promovem a liberdade de expressão e de informações, e os crackers como causadores de prejuízo. Mas essa classificação também gera uma confusão de sentidos. A palavra cracker, vem do verbo em inglês “to crack”, significando, aqui, quebrar códigos de segurança. Mas, muitas vezes para promover a livre informação é preciso “crakear”, fazendo do legítimo hacker, também um cracker.
Os hackers, em geral, partem do princípio de que todo sistema de segurança tem uma falha e a função deles é encontrar essa porta, seja qual for a finalidade. Um programador de computador experiente é capaz de desenvolver várias habilidades como comandar computadores alheios à distância, fazer alterações em sites, invadir sistemas de empresas e governos e ter acesso a diversos tipos de informação. Outra atividade ainda mais comprometedora é a capacidade de descobrir senhas de cartões de créditos, senhas de acesso às contas bancárias e de quebrar as senhas de proteção dos programas comerciais, tornando disponível a chamada pirataria de softwares.
O desenvolvedor de software Lisias Toledo, membro da comunidade do software livre, entretanto, prefere utilizar várias definições ao invés de apenas o termo hacker. “Crackers são aqueles que invadem computadores através da quebra de códigos, quem faz alterações em sites são os defacers e quem cria vírus são os virii-makers”, diz. Para ele, os hackers sabem que todo o conhecimento é poder. “Quem rouba informações ou dinheiro não é hacker, é ladrão”, completa.
No Brasil, cabe à Polícia Federal e à Polícia Civil de cada estado a função de investigar os delitos cometidos através do computador. Em São Paulo, funciona o Centro de Crimes pela Internet, atrelado ao Deic. Em Brasília, existe, desde 1995, no Instituto Nacional de Criminalística, a Seção de Crimes por Computador, ligada a Perícia Técnica da Polícia Federal. A equipe de sete peritos especializados na área de crimes cibernéticos é a responsável por emitir laudos oficiais. Os laudos são pedidos através de denúncias no Ministério Público ou para serem anexados em inquéritos feitos nas delegacias da Polícia Federal.
Em relação aos hackers e crakers, Marcelo Correia Gomes, chefe da Seção de Crimes por Computador, diz que há atuações para identificar invasões de sites do Governo Federal, do Presidente da República e dos Ministérios. “Dependendo do nível de conhecimento do hacker pode ser fácil ou impossível encontrar o invasor”. Segundo ele, os hackers mais experientes não atacam a partir do próprio computador mas invadem outros computadores para, então, roubar a senha e fazer a invasão. O usuário do computador que tem a senha roubada, nem desconfia que está sendo usado.
“É difícil, mas a gente vai seguindo até determinar o autor que, em certos casos, pode até responder por ofensa às autoridades”, diz o perito Gomes. No caso de prejuízos aos sites de empresas, como a legislação brasileira não especifica esses crimes, a qualificação do delito depende da forma como o delegado vai fazer o inquérito.
Os crimes mais graves aplicados através da Internet recebem o rótulo de estelionato na desatualizada legislação brasileira. Esse foi o caso de uma quadrilha presa em novembro do ano passado, na cidade de Marabá no Pará. A quadrilha atuava no sistema de home banking, quebrando a senha de correntistas e fazendo a transferência de dinheiro.
“O que mais tem na Internet são hackers especializados em quebrar senhas de segurança de programas comerciais. Quando saiu o Windows XP, depois de seis horas já era possível craquear o programa”, diz Marcelo Gomes.
Hackers românticos
Entre a comunidade hacker mundial, há os que propagam uma ideologia e uma ética própria que remontam o romantismo da origem do termo, no final dos anos 60.
O filósofo finlandês Pekka Himanen, defende em seu livro A Ética dos Hackers e o espírito da era da informação, que os legítimos hackers lutam pela liberdade de expressão e pela socialização do conhecimento. Ele divide a categoria em duas vertentes: os libertários hackers e os contraventores crakers, que buscam senhas bancárias e dados sigilosos de empresas.
Himanen, que é professor na universidade de Helsinque e de Berkeley na Califórnia, enumera várias atuações significativas de hackers que revolucionaram o mundo digital. Entre elas estão: a criação do sistema Linux, por Linus Torvalds em 1991, que tem o código-fonte aberto e pode ser adquirido livremente com os aplicativos disponíveis na Internet e a criação do formato MP3 e do programa Napster, para troca de músicas através da Internet.
Para o filósofo, os hackers também foram importantes para garantir a liberdade de expressão na Guerra de Kosovo, divulgando na Internet informações de rádios censuradas e levando informações para a China, atuando contra a censura oficial. São os ecos da contracultura de uma geração acostumada a protestar. Essa geração criou a revolução digital e os remanescentes que não se alinharam com as grandes empresas como a Microsoft, criaram a ideologia hacker.
A tecnologia sendo usada para o bem estar e a diversão de todos. O trabalho como um prazer não como uma obrigação. Estas frases refletem a filosofia do hackers “românticos”. Algumas organizações como a Internet Society lutam contra a exclusão digital em países do terceiro mundo, ensinando as pessoas a navegar e a dominar os sistemas.
Hoje, há hackers que pregam uma revolução digital com acesso livre e gratuito aos programas de computadores e trocas de bens de consumos culturais através de Internet. São pessoas que quebram os sistemas de segurança e tornam os produtos acessíveis a quem desejar. Um exemplo são os códigos de segurança de DVDs, que são craqueados e o filme pode ser compactado em um formato em que é possível o seu compartilhamento pela Internet, assim como aconteceu há alguns anos com o formato .mp3 (veja reportagem sobre Copyleft nesta edição).
Outra forma de atuação na “socialização do conhecimento” acontece nos sites que ensinam como quebrar os códigos de segurança da maioria dos softwares disponíveis no mercado ou fazem a indicação do site onde se pode conseguir o programa craqueado. O mais famoso é o Astalavista. Este site também oferece um ranking de sites oficiais de hackers de todo o mundo.
Hackers perigosos
Existem várias formas de testar sistemas de segurança e provar o talento de hackers com más intenções. As primeiras lições são as brincadeiras de invadir páginas e sistemas de empresas, que contam pontos no currículo dessa espécie de hacker. No Brasil há vários sites que promovem aulas de linguagem de computadores (Java, Flash e etc.) para invadir e danificar outros sites e salas de bate-bapo para troca de informações.
Mas esses sites são restritos e têm um sistema de proteção contra invasões bem seguro. A maioria exige um cadastro para a navegação, como as páginas Inferno. Além das lições básicas, esses sites oferecem donwloads de programas, livros e arquivos hackers, jogos, vídeos, arquivos de música em MP3, shows de bandas de rock e até pornografia. Mas é preciso ter cuidado ao acessar algumas páginas, que podem enviar vírus para o computador do internauta assim que é acessada. Um exemplo é o site chamado Hackers Ninja Home Page. Esta página pode infestar o computador com o vírus j.s.exception.exploit.
Os hackers brasileiros também são bem conceituados internacionalmente. As páginas brasileiras estão em segundo lugar no ranking de invasões, segundo o site www.alldas.org, que faz o registro de páginas invadidas na Internet. Mas os números não são muito confiáveis porque quem envia a notificação são os próprios invasores. Empresas atingidas evitam divulgar as invasões porque acabam denunciando as próprias falhas de segurança. O brasileiro Rinaldo Ribeiro é tetracampeão mundial de invasão de sistemas em campeonato promovido pelo instituto de segurança Sans. Hoje Ribeiro trabalha na empresa de segurança Módulo.
A absorção dos hackers pelo mercado de trabalho na área de segurança é um caminho para os que se destacam. O conhecimento adquirido acaba sendo usado profissionalmente com boa remuneração. Há um grande mercado de serviços de empresas que vendem a proteção dos sistemas de computadores e no caso da Sans, até promove campeonato entre hackers. É uma boa forma de propagar os perigos de um sistema sem segurança e de incentivar as invasões para se criar a necessidade do produto. Esta lei de mercado cibernético também vale para as grandes empresas que fabricam programas antivírus e se beneficiam da imensa quantidade de novos vírus produzidos mensalmente em escala mundial.
Fonte: http://www.comciencia.br
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Pirataria
maio 13th, 2008 by blog
O desenvolvimento de novos aplicativos de envio, compartilhamento e difusão de arquivos eletrônicos tornaram-se excelentes instrumentos de “produção em massa” de itens falsificados. O empreendimento de falsificação/cópia não-autorizada é de fácil início, baixo custo de produção e de rápido retorno financeiro. Basta um computador com acesso à Internet, um gravador de CD, um software de gravação e um software de compartilhamento de dados para iniciar um negócio. Com a velocidade atual das tecnologias citadas, torna-se possível copiar qualquer mídia (filme, videogame, música, etc) lançada no mundo em poucas horas. Não é difícil de encontrar um produto indevidamente copiado, seja na Internet (buscando em um website de busca ou com um software peer-to-peer) O impacto da pirataria na economia é enorme, os prejuízos são astronômicos para os cofres públicos (sonegação fiscal) e ainda maiores para o mercado (pois este fica enfraquecido ao ser incapaz de competir com os preços dos produtos piratas). O Decreto Presidencial nº 5.244/2004 criou o Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual. Vinculado ao Ministério da Justiça, este órgão colegiado consultivo tem por finalidade elaborar as diretrizes para a formulação e proposição de plano nacional para o combate à pirataria, à sonegação fiscal dela decorrente e aos delitos contra a propriedade intelectual. Em poucas palavras, a Internet representa um grande salto em termos de logística para infringir direitos autorais, possibilitando assim que qualquer pessoa o faça para uso pessoal ou comercial.
Infelizmente o problema é ainda maior do que as soluções apresentadas, devido à quantidade de cópias não-autorizadas que são lançadas no mercado.
Edição: Alessandra Souza
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Vírus de computador
maio 13th, 2008 by dansomc
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Introdução
Os vírus representam um dos maiores problemas para usuários de computador. Consistem em pequenos programas criados para causar algum dano ao computador infectado, seja apagando dados, seja capturando informações, seja alterando o funcionamento normal da máquina. Os usuários dos sistemas operacionais Windows são vítimas quase que exclusivas de vírus, já que os sistemas da Microsoft são largamente usados no mundo todo. Existem vírus para sistemas operacionais Mac e os baseados em Unix, mas estes são extremamente raros e costumam ser bastante limitados. Esses “programas maliciosos” receberam o nome vírus porque possuem a característica de se multiplicar facilmente, assim como ocorre com os vírus reais, ou seja, os vírus biológicos. Eles se disseminam ou agem por meio de falhas ou limitações de determinados programas, se espalhando como em uma infecção. Um exemplo disso, são os vírus que se espalham através da lista de contatos do cliente de e-mail do usuário.
Como os vírus agem
Os primeiros vírus foram criados através de linguagens como Assembly e C. Nos dias de hoje, os vírus podem ser criados de maneira muito mais simples, podendo, inclusive, serem desenvolvidos através de scripts e de funções de macro de determinados programas.
Para contaminarem os computadores, os vírus antigamente usavam disquetes ou arquivos infectados. Hoje, os vírus podem atingir em poucos minutos milhares de computadores em todo mundo. Isso tudo graças à Internet. O método de propagação mais comum é o uso de e-mails, onde o vírus usa um texto que tenta convencer o internauta a clicar no arquivo em anexo. É nesse anexo que se encontra o vírus.
Após ter contaminado o computador, o vírus passa então a executar suas tarefas, que podem ser dos mais diversos tipos, desde a simples execução de um programa até a destruição total do sistema operacional. A maioria dos vírus tem como primeira atividade a tentativa de propagação para outros computadores.
Mitos
É importante desmentir alguns mitos: eventos que não executam o programa que contém o vírus “colado” não irão acioná-lo. Assim, se um programa contaminado for salvo em um HD ou disquete , isso não vai acionar o ataque do vírus. Por isso, se o evento que ativa o vírus não for acionado nunca pelo usuário, o vírus ficará “adormecido” até o dia em que o programa for executado.
Outra coisa que deve ser desmentida é a crença de que os vírus podem danificar o hardware do computador. Os vírus são softwares e portanto não há como eles queimarem ou quebrarem dispositivos do computador. De certo, existem vírus que apagam o BIOS da placa-mãe, deixando-a sem capacidade para ser usada, dando a impressão de que foi quebrada. No entanto, com equipamentos usado em laboratórios ou com softwares especiais, é possível recuperar o BIOS e aí se constatará que a placa-mãe está com seus componentes de hardware como estavam antes do ataque. Os BIOS atuais estão melhor protegidos deste perigo e são mais facilmente recuperáveis em casos de problemas.
Outros tipos de pragas
Existe uma variedade de programas maliciosos, aqui, no InfoWester, chamadas de “pragas digitais”, que não são exatamente vírus. A definição do que a praga é ou não é depende de suas ações e formas de contaminação. Mesmo havendo essa distinção, é comum dar o nome de vírus para generalizar todos os tipos de pragas. Os outros tipos mais comuns são vistos a seguir:
Cavalo-de-tróia
Cavalos-de-tróia (trojans) são um tipo de praga digital que, basicamente, permitem acesso remoto ao computador após a infecção. Os cavalos-de-tróia podem ter outras funcionalidades, como captura de dados do usuário e execução de instruções presentes em scripts. Entre tais instruções, podem haver ordens para apagar arquivos, destruir aplicativos, entre outros.
Worm
Os worms (vermes) podem ser interpretados como um tipo de vírus mais inteligente que os demais. A principal diferença entre eles está na forma de propagação: os worms podem se propagar rapidamente para outros computadores, seja pela Internet, seja por meio de uma rede local. Geralmente, a contaminação ocorre de maneira discreta e o usuário só nota o problema quando o computador apresenta alguma anormalidade. O que faz destes vírus inteligentesé a gama de possibilidades de propagação.
Spywares, keyloggers e hijackers
Apesar de não serem necessariamente vírus, estes três nomes também representam perigo. Spywares são programas que ficam “espionando” as atividades dos internautas ou capturam informações sobre eles. Para contaminar um computador, os spywares podem vir embutidos em softwares desconhecidos ou serem baixados automaticamente quando o internauta visita sites de conteúdo duvidoso.
Os keyloggers são pequenos aplicativos que podem vir embutidos em vírus, spywares ou softwares suspeitos, destinados a capturar tudo o que é digitado no teclado. O objetivo principal, nestes casos, é capturar senhas.
Hijackers são programas ou scripts que “sequestram” navegadores de Internet, principalmente o Internet Explorer. Quando isso ocorre, o hijacker altera a página inicial do browser e impede o usuário de mudá-la, exibe propagandas em pop-ups ou janelas novas, instala barras de ferramentas no navegador e podem impedir acesso a determinados sites (como sites de software antivírus, por exemplo).
Os spywares e os keyloggers podem ser identificados por programas anti-spywares. Porém, algumas destas pragas são tão perigosas que alguns antivírus podem ser preparados para identificá-las, como se fossem vírus.
Antivírus
Existe uma variedade enorme de softwares antivírus no mercado. Independente de qual você usa, mantenha-o sempre atualizado.
Norton AntiVirus - Symantec
McAfee - McAfee
AVG - Grisoft -
Panda Antivirus -
FONTE: INFO WESTER
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Como proteger seus filhos na Internet
maio 9th, 2008 by blog


1 Mantenha o computador em uma área comum da casa. Não deixe no quarto da criança usuária da Internet por ser diferente de um móvel ou de um livro.
2 Acompanhe a criança quando utilizar computadores de bibliotecas.
3 Navegue algum tempo com a criança internauta. Da mesma forma que você ensina sobre o mundo real, guie-o no mundo virtual.
4 Aprenda sobre os serviços utilizados pela criança, observe suas atividades na Internet. Caso encontrem algum material ofensivo, explique o porquê da ofensa e o que pretende fazer sobre o fato.
5 Denuncie qualquer atividade suspeita. Encoraje a criança a relatar atividades suspeitas, ou material indevido recebido.
6 Caso suspeite que alguém on-line está fazendo algo ilegal, denuncie-o às autoridades policiais ou ao site www.censura.com.br.
7 Estabeleça regras razoáveis para a criança. Discuta com ela as regras de uso da Internet, coloque-as junto ao computador e observe se são seguidas. As regras devem, por exemplo, estabelecer limites sobre o tempo gasto na Internet.
8 Se necessário, opte por programas que filtram e bloqueiam sites. Encontre um que se ajuste às regras previamente estabelecidas.
9 Monitore sua conta telefônica e o extrato de cartão de crédito. Para acessar sites adultos, o internauta precisa de um número do cartão de crédito e um modem pode ser usado para discar outros números, além do provedor de acesso à Internet.
10 Instrua a criança a nunca divulgar dados pessoais na Internet, por exemplo, nome, endereço, telefone, escola e o e-mail em locais públicos, como salas de bate-papo. É a versão moderna do “nunca fale com estranhos”. Recomende que a criança utilize apelidos, prática comum na Internet e uma maneira de proteger informações pessoais.
11 Conheça os amigos virtuais da criança. É possível estabelecer relações humanas benéficas e duradouras na Internet. Contudo, há muitas pessoas com más intenções, que tentarão levar vantagem sobre a criança.
12 Cuide para que a criança não marque encontros com pessoas conhecidas através da Internet, sem sua permissão. Caso permita o encontro, marque em local público e acompanhe a criança.
13 Aprenda mais sobre a Internet. Peça para a criança ensinar a você o que sabe e navegue de vez em quando.
Fonte: http://www.censura.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=5&Itemid=30
Edição: Naiara Rodrigues
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